2010 está a chegar ao fim. Este foi o ano em que os Arcade Fire lançaram novo trabalho, é sabido e foi elogiado por todos; em que os National confirmaram o estatuto de próxima grande banda de estádio, e isto até pode acontecer em breve; e onde os Walkmen decidiram dizer “a nossa cidade favorita é Lisboa” na capa do disco novo. Mas 2010 foi ainda o ano da afirmação das toadas electrónicas portuguesas além fronteira e das toadas electrónicas britânicas nos ouvidos de toda a gente.
Ou, pelo menos, de uma em particular – o dubstep. Muito graças ao surgimento de novos nomes como o de Joy Orbison, James Blake ou da confirmação da Hyperdub como uma das editoras mais interessantes do momento. Esta semana, o CD RUM presta atenção a um dos álbuns do ano dentro: “Crooks and Lovers”, a estreia dos britânicos Mount Kimbie. Esta é uma dupla formada pelos produtores Dominic Maker e Kai Campos e o disco de estreia é um cruzamento feliz entre as linguagens pop, hip-hop, R&B e, claro, dubstep. Com o selo da Hotflush, este é um disco cheio de momentos inspirados, com mais ou menos ritmo, com vozes mais ou menos inaudíveis. Um disco que aparece em grande parte das listas dos melhor álbuns do ano de grande parte das publicações. E nós concordamos.











































Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

