O terceiro álbum dos norte-americanos No Age não se limita a confirmar tudo o que de positivo (e foi muito) ficou de «WeirdoRippers» (2007) e «Nouns» (2008). Isto porque com este novo tomo da sua discografia assinam uma obra que transcende, na forma e no conteúdo, tudo aquilo que nos haviam revelado antes.
Dean Spunt e Randy Randall conseguem em «EverythingInBetween» condensar num caleidoscópio eléctrico a irreverência juvenil, a ansiedade do confronto com a idade adulta, as dores de crescimento e a ruptura com o idealismo de tenra idade.
Trata-se de envelhecer, é certo. Num contexto de twenty-something, bem entendido, mas também aà se deixam para trás muitas coisas que, mesmo que o seu abandono seja essencial, não deixam de provocar interrogações e dúvidas.
Todo este contorno emocional é servido por uma música crispada mas altamente melódica, como se os SexPistols se juntassem aos BeachBoys para um concerto de homenagem aos Liars, no qual a assistência se deixa arrastar em êxtase para uma voragem rÃtmica e melódica, comparável à emoção de estar em cima de uma prancha de surf na crista de um tsunami a evitar o choque com os arranha-céus de um cenário urbano. Em suma: energia, melodia e ruÃdo!






























































































































































































































































Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

