Sem surpresas. Hélder Castro é o novo presidente da AAUM. Os resultados eleitorais voltaram a demonstrar uma preferência dos estudantes pela lista que, na linha de continuidade assumida desde o mandato de Vasco Leão, comandou os destinos da AAUM nos últimos tempos. Resta agora ao futuro presidente da AAUM saber preparar e capacitar uma equipa com as valências capazes de dar aos estudantes aquilo que eles acreditaram quando votaram na sua lista. Cabe à AAUM a defesa intransigente dos interesses dos estudantes e estou certo que a equipa que irá comandar os destinos da instituição no próximo ano saberá procurar os melhores caminhos para o fazer. Em relação às restantes listas, importante salientar que é necessário que se mantenham activas na discussão sobre os temas que afectam os estudantes. Saberem ser parte activa de um mandato é sinónimo de saber estar numas eleições e espero, sinceramente, que, tanto a lista B, encabeçada por Nuno Lopes, como a lista C, encabeçada por Rui Antunes, sejam essa voz activa na comunidade académica e que ajudem os estudantes. Ainda como nota em relação a estas eleições, não queria deixar de sublinhar a forma pouco responsável como a lista C se envolveu na campanha. A sua não presença na entrevista promovida pela RUM, assim como a sua ausência no debate promovido pela mesma estação de rádio e pela própria Comissão Eleitoral é sinónimo de algo. Guardarei para mim a análise, mas considero uma falta de respeito, acima de tudo, para os estudantes que foram votar e queriam fazê-lo de uma forma esclarecida. Para acrescentar dignaram-se a ser a única lista candidata à direcção a não reagir aos resultados eleitorais na emissão especial preparada pela RUM no campus de Gualtar. Uma vez mais, uma tremenda falta de respeito pelos seus pares. De lamentar. Para fechar, dar apenas conta que o ACADÉMICO vai de férias até Fevereiro próximo. Na altura, com novas ideias, novos projectos e ainda mais dinamismo e interacção junto da comunidade académica, o jornal estará de regresso para abraçar o 2º semestre lectivo. Até lá visitem-nos nos sítios da internet: academico.rum.pt / rum.pt / tv.aaum.pt, pois estaremos a acompanhar de uma forma profissional o desenrolar deste período. Conto convosco por lá. Boas festas e, já agora, boa sorte para os exames de início do ano!
Aí estão as eleições para a AAUM. A votos, as listas para a direcção, para a mesa da Reunião Geral de Alunos e para o Conselho Fiscal e Jurisdicional. À partida tudo leva a crer que Hélder Castro será o próximo presidente da AAUM, ainda assim, felizmente, existem listas de oposição. É necessário, dentro dos limites do bom senso e do razoável, que exista um efectivo e real debate de ideias que sirvam os interesses, única e exclusivamente, dos estudantes. Ainda assim, considero que as pessoas que irão disputar a liderança da AAUM devem ter uma postura suficientemente lúcida para perceber o que se pode fazer, no imediato, no ensino superior. Não é só de lutas na rua nem de manifestações que se constrói algo de positivo para o futuro dos nossos pares no ensino superior. Há outros valores e aprendizagens que têm de ser transmitidos aos que entram na universidade. Espero, por isso, uma campanha eleitoral leal e com muita discussão construtiva durante as próximas semanas. Da nossa parte, enquanto jornal isento e imparcial, iremos tentar dar o máximo de informação possível aos eleitores numa campanha que assumimos, desde o primeiro dia, contra um candidato não elegível: a abstenção. Permitam-me ainda, neste espaço, destacar a entrevista de Luís Rodrigues, actual presidente da AAUM. Todos nós sabemos que está de saída do cargo. O mesmo fez, em exclusivo para o ACADÉMICO, o balanço de dois anos enquanto presidente da instituição. Fez questão de, na hora da despedida, não esquecer os apoios importantes que teve para representar os estudantes com a “exclusividade” que se impõe. Os estudantes só podem ter a agradecer o contributo que estas duas direcções (assim como as direcções dos últimos quatro presidentes) deram para que a vida de um estudante na Universidade do Minho fizesse mais sentido. Basta olhar para o vastíssimo plano de actividades dos últimos anos para, facilmente, se percebe que, em muitas áreas de intervenção, os estudantes tiveram ao seu dispor iniciativas que tinham como meta o seu sucesso. Esperemos que, nos próximos anos, estes ideais sejam cumpridos, porque, acima de um conjunto de caras, acima mesmo de uma só cara, está uma instituição com quase 34 anos de história. É preciso senti-la e saber respeitá-la. Até para a semana.
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Caminhamos a passos largos para uma das datas mais importantes no que toca aos estudantes da Universidade do Minho. O próximo dia 6 de Dezembro irá ser marcado pela realização de eleições para os órgãos sociais da Associação Académica da Universidade do Minho. Para já, uma meia surpresa. Luís Rodrigues não se recandidata. Meia surpresa porque, quem o conhece, sabe que tem muito a dar aos estudantes e as ideias certamente que não iriam deixar de aparecer caso avançasse para mais um mandato. Ainda assim, e pelo carinho que nutre pela instituição e pelos seus pares, Luís Rodrigues achou por bem colocar um ponto final na sua ligação à direcção da AAUM. Para já, existe apenas um nome candidato à sua sucessão. Certo é que, seja ele quem for, o próximo/a presidente da AAUM terá uma “pressão-extra” por suceder aos nomes que assumiram a instituição nos últimos anos. Certamente que os estudantes saberão fazer a sua escolha e pede-se, desde já, que a adesão às urnas seja de tal forma acentuada que bata recordes de participação. Essa seria, sem dúvida, a primeira vitória para a AAUM. Em relação a este acto que marcará o futuro da instituição durante um ano, o ACADÉMICO irá fazer, à semelhança dos anos anteriores, um trabalho isento e imparcial, à imagem do que acontece durante todo o ano. Iremos ser o espaço para que cada lista se expresse com o mesmo espaço e destaque que qualquer outra candidatura. Até lá... Fiquem atentos.
Permitam-me ainda destacar um feito do passado fim de semana. Decorria o festival SEMIBREVE em Braga e, logo na primeira noite de espectáculos, Jon Hopkins foi genial na sua performance em pleno Theatro Circo. Serve isto para dizer que, cada vez mais, a cidade de Braga deve apostar em artistas/bandas fora do circuito comercial. Os bracarenses, os jovens bracarenses, que celebram a capital europeia da juventude na sua cidade a partir do próximo ano, devem ter direito a bons espectáculos e excelentes roteiros. Este SEMIBREVE foi, sem dúvida, um deles e espera-se agora que o caminho que já foi trilhado consiga ser percorrido por outros certames de igual ou maior grandeza. Esta semana é marcada pelo TedxYouth na cidade de Braga. Sob o tema “Inspira-te”, espera-se casa cheia no Theatro Circo para presenciar, in loco, aquilo a que um evento, com chancela TED, tem direito. Estaremos lá para acompanhar a par e passo as incidências e as “inspirações” dos oradores e convidados. Até para a semana!
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Esta semana tivemos um convidado especial no ACADÉMICO. O formato “grande entrevista” regressou e, desta vez, foi José Mendes, vice-reitor da UM, o nosso convidado. Muitos foram os temas abordados nesta entrevista a uma figura que está na berra para se assumir como uma pessoa cada vez mais influente na vida da cidade de Braga. Ainda assim, grande parte da conversa, mantida nos estúdios da RUM, centrou-se na sua posição como vice-reitor de onde abordou temas como o ordenamento dos campi e onde o tema nova sede da AAUM foi novamente falado. Nesta fase “quente” das negociações... Pouco foi avançado nesta questão.
Ainda assim, esta semana é fortemente marcada pela morte de Khadafi. O ex-líder líbio foi capturado por alguns rebeldes e foi, ainda que não existam provas concretas, torturado até à morte. Um final esperado para aquele que já havia assumido que queria morrer como um mártir. Portanto, é de lamentar todo um regozijo mundial em torno desta morte, como se de um nascimento se tratasse.
Por cá, tivemos o Presidente da República, Cavaco Silva a criticar o governo de Pedro Passos Coelho por algumas das medidas tomadas que penalizam, sobretudo, os funcionários públicos. “É a violação de um princípio básico de equidade fiscal”, disse o nosso PR. Esta é também uma das poucas vezes que concordo com ele. O problema que aqui existe, quanto a mim, é uma “ultrajante fantochada” de Cavaco, ao descolar-se de Pedro Passo Coelho, fazendo crer aos portugueses que existe uma crise política no nosso país entre Governo e Presidência da República. Totalmente errado, penso eu. Principalmente porque estas palavras e estratégias vêm do “pai do monstro da crise” no nosso país. Enfim. Permitam-me ainda abordar um tema ao qual não posso passar, sem fazer o meu comentário. Neste fim-de-semana jogou-se, em Braga, mais uma jornada da 1ª divisão de futsal. Até aqui nada de novo. Certo é que poucas vezes o Pavilhão Universitário viveu um ambiente tão intenso. Bancadas repletas (de adeptos de ambos os clubes) e em campo a equipa da casa e o campeão nacional. Tudo perfeito para um excelente espectáculo. E foi. O problema surgiu a escassos minutos do final. Um bando de “terroristas” resolve - porque o resultado não era o conveniente - sair do pavilhão à pressa para atacar adeptos leoninos que entretanto saíam calmamente. Certamente que as direcções dos clubes em causa não pactuam com este tipo de comportamentos dos adeptos e lamentam o sucedido. Tudo isto só foi acalmado com tiros de borracha para o ar e algumas “cacetetadas” em alguns que fazem com que o desporto seja cada vez menos apetecido em Portugal. Lamentável. Termino com um convite a toda a comunidade académica com gosto pelo jornalismo, entretenimento e fotografia. A Rádio Universitária do Minho, o ACADÉMICO, a AAUM TV estão a recrutar novos colaboradores. Se tens gosto por alguma destas áreas não hesites em nos contactares para o mail
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. Contamos convosco! Até para a semana!
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Praxes, praxes e mais praxes. É, sem dúvida, o tema que marca a actualidade na Universidade do Minho. São muitos os factos que gostaria de destacar neste espaço, mas permitam-me apenas sublinhar alguns. Começo pelas notícias que vieram a público na passada semana. São 99% mentira (apenas não generalizo para todas as situações porque desconheço algumas delas). É necessário que alguns dos pais destes “caloiros” tenham noção da juventude dos seus filhos, dos interesses e vontades dos mesmos e que não pensem que “beber ou fumar” seja obra dos diabos da praxe. “Encher”, “ficar de 4”, “marchar” são rituais que não humilham ninguém. Eu mesmo fiz todo este processo praxístico (praxei e fui praxado) e em muito me orgulho. Apenas fortaleceu as minhas relações pessoais com colegas e contribuiu para uma maior integração neste novo mundo. Todos os anos é a mesma discussão. Praxe, sim ou não? Todos os anos digo sim à praxe com fundamento. Digo, e continuarei a dizer não a toda a praxe que possa comprometer qualquer integração de alguém em algum local em alguma altura. Permitam-me também dizer que há quem praxe com mais veemência que outros. Há alguns que se aproveitam do traje para soltar uns berros enclausurados há anos. A esses, aconselho moderação. Agora falemos no pós-notícias dos “correios” e nas suas reacções. Parece-me, no mínimo estranho, estarem aqui a criar uma tempestade num pequeno copo de água. Centro-me, claro está, na reacção ao comunicado do Sr. Reitor da UM. O mesmo relembrou, e bem, que a praxe ofensiva e abusiva dentro do campus não era permitida. Repito “praxe abusiva e ofensiva”. Daí que a praxe pode e vai continuar na UM, desde que esta não afecte o normal funcionamento da instituição, não emita ruído excessivo e não atentem nem configurem “ofensas à integridade e dignidade humanas”. Nenhuma novidade portanto. Agora a reacção à reacção da reitoria. Vemos manifestações de “praxantes”, culto ao “código da praxe” (como se de a Bíblia se tratasse), vídeos promotores da praxe (com auxílio daquelas músicas inspiradoras que costumam pintar um belo comício político)... Tudo isto porquê? Todo este insurgimento por não se poder praxar de forma violenta dentro dos campi? Mas já era suposto praxar-se dessa forma no passado? Ou alguém o fez? Quem não tem medo, nada deve temer, digo eu. A praxe na Universidade do Minho deve continuar. Deve continuar a ser um exemplo de camaradagem e companheirismo que ensina alguns valores que se leva para o Mundo. Não façam por ter medo e integrem os vossos novos colegas e dêm um exemplo cabal que há muitos anos se fez um STOP à praxe ofensiva na UM. Até para a semana!
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Chegada ao fim mais uma semana de diversão para os estudantes da Universidade do Minho, o tempo é agora de balanço. A aposta, ainda que “forçada” numa data mais próxima do início do ano, acabou por ser compensada com a “colagem” dos dias de festa a um fim-de-semana e a um feriado. Começo precisamente nesse dia 5 de Outubro. A simbologia da data foi assumida por muitos estudantes que deram um colorido especial à cidade de Guimarães, numa data tão importante para o nosso país. Foi no “berço” da Nação que se fez a festa da República em Portugal. Em relação à “colagem” das festividades da Recepção ao Caloiro ‘11 ao fim-de-semana, foi grande o meu espanto em não ver um recinto lotado no último dia. Eram muitos os estudantes, mas não chegaram para encher um Pavilhão Multiusos que viveu, na noite de quarta-feira, uma das maiores festas de que há memória na Recepção ao Caloiro. Uma vez mais, os meus parabéns à organização. Ainda assim, nesta semana em que a selecção portuguesa de futebol ficou a um passo de se qualificar para o Europeu do próximo ano, volto a destacar aqui um tema que marca a actualidade nacional. No passado Domingo, Alberto João Jardim e seus pupilos venceram as eleições na Madeira. A maioria absoluta, apesar dos sustos em que Jardim se viu mergulhado, voltou a dar confiança a uma governação que já deu sinais de completo desrespeito pelo país e até pelos cidadãoes madeirenses (que dizem defender até à morte e até dão boleia para poderem “livremente” votar). Em relação aquele que era visto como o adversário político de Jardim, Maximiano Martins, do PS, falhou redondamente na sua estratégia. Políticos fracos têm, por norma, resultados fracos. Esperemos pelo que vai acontecer nos próximos anos, numa altura em que urge uma reprogramação das políticas governamentais, não só na Madeira, mas também em todo o país. Ainda assim, há uma linha que já foi muitas vezes pisada por Alberto João Jardim e o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, deve, para não repetir erros do passado, ter uma voz activa e mão pesada no tratamento deste caso. Haja coragem em Portugal Continental para resolver os problemas da Madeira. Só dessa forma poderá haver justiça para o povo madeirense e quiçá... Para Portugal Até para a semana!
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Eis que chegou uma das semanas mais desejadas do ano. Este é, para os novos alunos, o primeiro contacto com a “tradição académica minhota”. Irá ser num Pavilhão Multiusos quase sempre lotado que os estudantes se vão poder divertir ao som de Emanuel, Linda Martini e Xutos & Pontapés, isto para falar apenas nos cabeças-de-cartaz. Um cartaz eclético que, e permitam-me a intromissão, ficará ainda mais completo, se as pessoas conseguirem ter forças para assitir ao concerto comemorativo do aniversário da Rádio Universitária do Minho, no Sábado, dia 8. No Salão Medieval da reitoria da UM, Sean Rilley & The Slowriders vão, integrados no Festival de Outono promovido pelo Conselho Cultural da UM, dar um concerto único, em formato acústico. A não perder. Este será dos melhores fins-de-festa que se poderá ter. Estão todos, desde já convidados, mas apressem-se para assegurarem o vosso convite. Fora do contexto universitário, não consigo, esta semana, voltar a fugir a um tema que tem marcado a actualidade política nacional. Falo, claro está, do que está a ser descoberto na Madeira (e infelizmente não é petróleo nem ouro, muito pelo contrário). No Governo Regional da Madeira, presidido pelo tão carismático como conflituoso Alberto João Jardim, estão a ser feitas revistas e os buracos estão a aparecer. Pela quantidade dos mesmos encontrados, a ilha poderá mesmo ir ao fundo. Mas sendo o golfe uma actividade ainda pouco explorada na ilha, parece-me incongruente que o Governo do país e até mesmo o Presidente da República não tenham mão firme no tratamento deste caso. É que para além do prejuízo directo que estas derrapagens têm na vida dos portugueses, este “imperador das bananas” não tem respeito por ninguém e ousa até falar em independência. Ora, para além disso, revolta-me ainda mais, a postura do mesmo face aos órgãos de comunicação social, fazendo eu, agora, um convite a que possam ver a entrevista que esse senhor deu, como candidato, há duas semanas, à RTP Madeira, onde “dirigiu” como quis uma entrevista e passou “raspanetes” em directo ao jornalista em causa. A minha classe fica, naturalmente revoltada, tal como eu, quando sei que na Madeira (que ainda é Portugal) há “ditadores” que ofuscam o fantástico brilho da ilha. Divirtam-se e até para a semana!!!
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Sejam bem-vindos à melhor academia do país! Foi assim que fui recebido, foi assim mesmo que recebi e é, agora com prazer, que vejo que esta expressão ganha, com o passar dos anos, uma dimensão ainda mais próxima da realidade. Os novos alunos chegaram. As novas vidas para os mesmos acabaram de começar. Os novos colegas, que ao fim de uns meses passarão a amigos, começam, por agora a definir-se. É um novo mundo para todos aqueles que se juntam à família Universidade do Minho. A arte de bem receber é uma prática recorrente por cá e, este ano, voltamos a fazer juz a esta qualidade. Um acolhimento com base na educação não-formal, baseado num formato que foi implementado, há uns anos, no Minho, e rapidamente “copiado” para outras academias, parece continuar a ser a melhor forma de integrar os mais novos. Concordo. Continuemos a fazê-lo e a honrar a nossa missão. Pois que, não apenas de alegria, diversão e boas notícias vive este início de ano. À semelhança do ano passado, a indefinição quanto ao regulamento que orienta o processo de atribuição de bolsas de estudo, parece ser uma preocupação do Ministério apenas quando as aulas estão para começar. Certo que o novo Governo tomou posse já o ano lectivo anterior tinha terminado, mas certo é também que não é apenas na colocação dos professores e no Parque Escolar (e suas eventuais derrapagens) que este matemático ministério se deve debruçar. Estamos a caminhar a passos largos para o fim do mês. As aulas já começaram. Há listas infindáveis de fotocópias que servem de apoio aos alunos para serem adquiridas pelos mesmos, há material escolar que é necessário comprar, há (e ainda bem) um jantar ou outro com os novos colegas de curso para fazer... E onde pára o apoio social para os necessitados? Os alunos precisam de estudar, de ter condições para o fazer, mas precisam, essencialmente, de viver estes novos anos. Esperemos que o atraso registado no ano passado não se espelhe desta vez. Se for para dar a cara à luta, ei-nos cá para o fazer... De novo! Até para a semana!!!
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