Se te pedíssemos que contasses os números 2 do quadro ao lado irias demorar alguns segundos até descobrir que o total é 6.

Um sinestésico daria a resposta de forma quase automática, pois a cada número estaria associada uma cor, fazendo com que os 5 e os 2 fossem identificados rapidamente.
Sendo muito poucas as pessoas sinestésicas, a maioria de nós é capaz de fazer correspondências inter-modais, às quais alguns autores dão o nome de “sinestesia fraca”.

Observa as personagens que se seguem e identifica qual delas se chama Globe e qual a que se chama Crok? Quase de certeza que decidiste que o primeiro (à esquerda) se chamaria Crok, sendo o mais redondinho o Globe. Agora tenta responder às seguintes questões:
A que é que sabe o som do violino? A que é que cheira a teimosia? E como estas muitas mais se poderiam colocar…
Giro não é? Agora imagina que nem tens de tentar ou de fazer um esforço para conseguir associar um som a uma imagem, um sabor a um som, um cheiro a uma palavra, porque tal coisa aconteceria natural e involuntariamente... Se conseguiste ter uma ideia do que seria, percebes então como é o animado mundo de um sinestésico.
















































































































































































Adriana Carvalho é a responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais da Universidade do Minho e falou ao ACADÉMICO acerca dos processos de mobilidade académica. O GRI pretende ser uma estrutura de coordenação de acompanhamento e de apoio a todas as iniciativas de internacionalização do ensino. A responsável falou das funções desempenhadas por este Gabinete, da sua importância para os alunos Erasmus e das dificuldades económicas sentidas ao nível da prestação de serviços.

