Mais uma semana passada e a vida académica vai-se definindo para o novo semestre. Muitos planos, muitos programas, exames marcados... Uma pitada de tudo para colorir estes meses que restam. Muitos desses planos já foram feitos, outrora, por muitos outros alunos. Os estudantes Erasmus. Tanto os que saíram do Minho e se lançaram noutro país, numa aventura sem igual, tanto os imensos Erasmus que chegaram à Universidade do Minho este ano. Há pouco mais de três semanas regressaram a sua terra alguns deles, ao passo que há duas semanas atrás foi a vez de outros ocuparem os lugares deixados em aberto no Minho. Apoio fundamental neste processo de mobilidade tem o Gabinete de Relações Internacionais (GRI) da UM. Foi esta uma das razões que nos levou a falar com com a responsável por este gabinete, a Dra. Adriana Cavalho. A mesma salientou a importância do trabalho da sua equipa mas sublinhou os escassos recursos humanos do gabinete. Ainda nesta edição fomos conversar com o Dr. Pinto da Costa que nos falou um pouco da sua experiência como médico forense. À conversa estivemos também com Conceição Nogueira, especialista em igualdade de género, num mini-especial sobre o Dia Internacional da Mulher, já assinalado no nosso jornal na semana transacta. Para terminar permitam-me sublinhar aqui dois resultados desportivos. Em primeiro a conquista de um lugar nos Campeonatos Nacionais Universitários por parte da equipa de futebol da AAUM é um facto de louvar. Por outro lado, há um resultado demasiado mau neste fim-de-semana de desporto. A equipa do SCBraga/AAUM colocou, quase em definitivo, de parte as aspirações de subida de divisão. Uma derrota caseira ante o 8º classificado foi mau demais para esta fase da época.
Mas o desporto e toda a vida académica continuam na próxima semana. Nós, uma vez mais, estaremos aqui para vos manter informados. Acompanhem-nos também em www.academico.rum.pt. Até para a semana!
Quantas vezes sentimos que temos muito que estudar e nem sabemos por onde começar? Apetece-nos desistir e ver TV até não mais, dormir, sair, fazer qualquer coisa que seja! Tudo menos pegar nos livros… Não penses já em ir lavar a loiça, como pretexto e fuga das obrigações escolares! Calma!... Eis algumas dicas para ti: Para começar, faz uma lista das coisas que tens que fazer, definindo um plano de estudo e estabelecendo prioridades. Seguidamente distribui o tempo de que dispões pelas várias tarefas a realizar. Lê, com atenção, os teus apontamentos e notas de modo a relembrares os conteúdos mais importantes e a detectares os aspectos em que tens dúvidas e que precisam de uma atenção especial. Procura colocar a ti mesmo(a) a questão: “O que tenho de saber sobre esta matéria?” e à medida que vais lendo vai sublinhando e tomando notas. Devemos também testar os nossos próprios conhecimentos, colocando questões a nós mesmos sobre os conteúdos que estudámos, recordando as indicações e recomendações do professor sobre o teste. Também é muito útil discutir os conteúdos com outros colegas e, se for possível, estudar em grupo. Há que analisar com atenção as relações entre os vários aspectos da matéria que estudámos e tentar transmitir, por palavras nossas, os novos conceitos e informações. Pensa também em organizar a informação através de esquemas. Por norma, é uma óptima estratégia para recuperar mais rapidamente os conteúdos estudados. Para isso, toma notas ou faz sínteses; estabelece relações entre os vários conteúdos; agrupa informações em categorias ou hierarquias, sempre que possível; e cria mapas de informação, organizando e relacionando essas informações. Sabemos que, algumas vezes, o não gostar da matéria leva a motivação a dar uma volta, mas aconselhamos-te que, mesmo assim, faças um esforço complementar para as trabalhar, não caindo na tentação de “saltar“. Mas não abuses! Evitar a exaustão mental, fazendo pequenos intervalos durante o estudo para relaxar um pouco, fisicamente e mentalmente, tentando não pensar no teste. E quando chegar a hora H procura estar calmo e descansado(a) para a prova, alimenta-te bem, dorme bem na véspera e procurar fazer algum exercício físico. E lembra-te… Não abuses nos estudos, mas também não te esqueças deles nem finjas que te esqueceste. Concilia as responsabilidades com a diversão e evita deixar tudo para amanhã… Devagar se vai ao longe, mas depressa e bem, muitas vezes, também se pode ir além.
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Pedro Soares referiu, e bem, que nem num sonho imaginaria um dia tão completo na Associação Académica. O próximo dia 11 de Dezembro é, sem dúvida, um daqueles dias que ficará na memória de qualquer dirigente associativo no Minho. O encerramento do “Democracia Viva” vai contar com a presença ilustre do Presidente da República. A vinda da mais alta figura do país ao Minho, a convite da AAUM, acontece pela primeira vez e, a julgar pelas palavras dos responsáveis do projecto, a honra é imensa. No mesmo dia ocorre também a sessão de abertura do 1º Europeu Universitário de Taekwondo. A Universidade do Minho volta a abraçar uma organização desportiva a nível internacional. Sem dúvida uma prova do trabalho meritório feito até aqui. No mesmo dia à noite, sob a organização da Azeituna, decorre o XVI Celta no Theatro Circo. Em suma, cidadania, desporto e cultura... Juntos, num único dia, ao mais alto nível, na Universidade do Minho. É obra! A anteceder este grande dia, ocorre outro, também importante, nos destinos da AAUM. A Associação vai a votos para os seus órgãos de governo. As três listas a concorrer para a direcção argumentaram ideias num debate promovido pela RUM no decorrer da passada semana. As diferentes ideias e visões ficaram patentes. Resta-nos esperar que estas cheguem de forma fidedigna a todos os estudantes da UM e que estes participem, de forma activa e consciente, no acto cívico. Permitam-me dedicar estas últimas linhas à entrevista a Pedro Soares, actual presidente da AAUM. Com o final do mandato a aproximar-se, o ACADÉMICO foi ouvir o presidente da Associação nos últimos três anos. As palavras de agradecimento que este tem para com os seus colegas de direcção nos últimos anos é clara, assim como se nota alguma nostalgia por abandonar o “barco”. Nota-se também o sentimento de “dever cumprido”. Concordo. Pedro Soares abandona... Pretende acabar o curso e constituir um negócio. No entanto, a sua marca já está patente na história da AAUM. Enquanto aluno da academia, resta-me agradecer-lhe a dedicação. Para terminar, volto a lançar o repto... dia 10, o teu voto é necessário!!! Até para a semana!
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O sonho é, ainda hoje, alvo de grande controvérsia por parte das várias escolas da Psicologia. Já sendo uma experiência que possui significados distintos, ainda aumenta a complexidade quando é inserido como tema em debates da religião, da ciência e/ou da própria cultura. Comecemos por algumas versões religiosas e culturais, em que o sonho aparece revestido de poderes premonitórios. Exemplo disso é, no Novo Testamento, a história que “reza” que São José é avisado durante um sonho, pelo anjo Gabriel, de que sua esposa traz no ventre uma criança divina, sendo que mais tarde o mesmo anjo o volta a avisar para fugir para o Egito. À luz de uma das correntes da Psicologia – a Psicanálise - Sigmund Freud, com a publicação de A Interpretação dos Sonhos, em 1900, tentou dar um carácter científico à matéria, definindo o conteúdo dos sonhos como a “realização dos desejos”. Ou seja, no enredo onírico há o sentido manifesto (a “fachada”) e o sentido latente (o significado). Por meio da interpretação simbólica, seria portanto possível desvendar o desejo real do sonhador, por detrás dos seus relatos, por mais absurda que a narrativa pudesse parecer. O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung pensou, falando de uma forma muito rudimentar, que os sonhos não teriam um papel somente de revelação dos desejos do inconsciente, mas sim, seriam uma ferramenta que ajudava a mente a equilibrar-se, em função dos conflitos que esta pudesse atravessar. Alguns neurocientistas, afirmam que o sonho é apenas uma espécie de tráfego de informação sem sentido que tem por função manter o cérebro em ordem. Esta teoria só não explica como esses enredos, supostamente desconexos, são responsáveis por grandes insigths, como aconteceu, por exemplo com Francis Crick, ou Paul MacCartney. Francis Crick, um dos cientistas que descobriu a forma em dupla hélice da molécula de DNA, sonhou com duas cobras entrelaçadas na noite anterior à grande descoberta. O beatle Paul McCartney sonhou com uma melodia, acordou, foi para o piano e compôs “Yesterday”, um dos maiores clássicos de todos os tempos. Há muitos outros casos de sonhos reveladores em várias áreas da ciência e da arte. O que não impede que os sonhos sirvam também para recuperar a saúde do organismo e do cérebro. Seja como for, não queremos, como poderia ser de esperar, continuar este artigo falando sobre interpretações de sonhos e outros afins (por muitos motivos, mas principalmente porque pouco ou nada percebemos de assuntos oníricos). A mensagem com que prosseguimos é outra: remete para aqueles outros sonhos que temos… aqueles que somos nós que escolhemos sonhar. Como nos diz Sofia Barrocas, editora executiva da Revista Notícias, “parte de nós é feita de sonhos”, independentemente das suas explicações, independentemente de quem os tenta interpretar. Por isso mesmo, os sonhos não devem “permanecer na inconsciência”, mas devem ser encaminhados para o nosso coração, e se possível, rumar à nossa cabeça, à nossa razão, para nos impulsionarem à mudança e à iniciativa. Porque no fundo todos sabemos algo que é bem verdade: “que o sonho comanda a vida” e “que sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança”. Por apenas uma semana, por um dia ou por uns minutos… sabemos que é óptimo vermos concretizado um sonho. Se temos tantos, não é porque um se realizou que os outros deixarão de existir.
Então, qual é o medo?!
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Que o próximo minuto de leitura vos faça reflectir sobre o que somos capazes de fazer por ordem de alguém “superior”, ou com mais poder; que vos incite a pensar no que o Ser Humano faz e fará em prol da Obediência à Autoridade, e no que fez ao longo da história. Não será difícil aceder a analogias que vos farão pensar no regime Nazi e na forma como uma figura de autoridade impeliu toda a nação a seguir as suas ordens, que contrariaram a dignidade humana, que merece atenção e luta por parte de todos nós. Stanley Milgram (1933 - 1984) foi um psicólogo norte-americano que desenvolveu uma experiência com o objectivo de estudar as reacções individuais face a indicações concretas de outros, ainda que os sujeitos recrutados pensassem que seria para estudar a memória e a aprendizagem.
Como decorreu?
A) Um voluntário apresentava-se para participar na experiência, sem saber que seria avaliado na sua capacidade de obedecer a ordens. Era colocado no comando de uma falsa máquina de infligir choques, sendo encarregues de um suposto papel de “professor” numa experiência sobre “aprendizagem”.
B) A máquina estava ligada ao corpo de um homem mais velho (aluno), que era submetido a uma entrevista numa sala ao lado. Na verdade este “aluno” era um actor e não recebia os choques. O voluntário (professor) podia ver o homem mais velho, mas não era visto por ele;
C) O voluntário era instruído por um investigador a accionar a máquina de choques todas as vezes que a pessoa errava uma resposta. A intensidade dos choques aumentava supostamente 15 volts por cada erro cometido, desde 15 (marcado na máquina como “choque ligeiro”) até 450 volts (marcado na máquina como “perigo: choque severo”);
D) À medida que a intensidade dos choques aumentava a pessoa queixava-se cada vez mais até que se recusa a responder, enquanto o experimentador ordena ao sujeito para continuar a administrar choques: “Não tem alternativa, tem que continuar”.
Resultados:
Mesmo vendo o sofrimento, a maioria dos voluntários continuava a obedecer às ordens e infligindo choques cada vez maiores. A intensidade máxima, 450 v, significaria hipoteticamente matar a outra pessoa. 65% das pessoas obedeceram às ordens até o fim e deram o choque supostamente fatal. No fim da experiência, muitos dos voluntários obedientes suspiraram de alívio, esfregaram os olhos com os dedos, ou nervosamente procuraram os seus cigarros. Outros houve que demonstraram apenas sinais mínimos de tensão, do princípio ao fim.
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Como vão reparar, a ediçao desta semana do ACADÉMICO está diferente no que a conteúdos diz respeito. Esta edição promove um “Especial Eleições AAUM” onde todas as listas são “esmiuçadas” de igual forma, propiciando informação a todos os alunos da UM para que se inteirem da constituição e ideias das listas.
Três listas para a Direcção da AAUM, três para a Mesa da RGA e duas para o Conselho Fiscal e Jurisdicional são um bom começo para que a discussão seja construtiva e a defesa dos estudantes (verdadeiro propósito da existência destes órgãos) seja salvaguardada. A campanha e o debate de ideias tem agora início. Espero que este seja, acima de tudo, timbrado pela sobriedade, pela objectividade, pelo dinamismo e... Pelas ideias, é claro! Nesta importante fase é vital que, não só as pessoas envolvidas nas listas, seja como parte directamente envolvida, seja como apoiantes, se interesse pelo que se diz e discute. Urge espevitar o interesse dos estudantes pelos assuntos da academia. Urge chamá-los a intervir, de forma consciente, nos destinos da Associação que os representa. Urge que os mesmos se sintam capazes de tomar decisões, tenham pensamento próprio e se revelem estudantes com sentido crítico e construtivo.
Mas como a academia não vive só de eleições, e até porque a presente direcção da AAUM ainda mantém actividade até meados de Janeiro, foi anunciada esta semana a Passagem de ano AAUM. Este evento, decorre pelo segundo ano consecutivo, depois de ter tido, no ano passado, a sua estreia com enorme sucesso. O local deste ano mudará, mas os transportes gratuítos disponibilizados pela organização irão ajudar à festa. O carro pode ficar em casa... O regresso será, desta forma, bem mais seguro. Por fim queria deixar uma nota acerca dos últimos desempenhos da equipa de futsal do SCBraga/AAUM. Depois de um arranque de campeonato bastante fraco, a equipa já vai em 3º a dois pontos do segundo classificado. Teremos candidato sério à subida e a AAUM na elite do futsal nacional no próximo ano? Esperemos que sim! Até para a semana!
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Vais a conduzir numa noite de tempestade. Passas por uma paragem de autocarro e vês três pessoas que esperam pelo autocarro: 1. Uma senhora idosa com aspecto de quem irá morrer dentro de minutos. 2. Um velho amigo que uma vez te salvou a vida. 3. A mulher ou homem dos teus sonhos. A quem davas boleia, sabendo que apenas pode ir um passageiro no carro? (além do condutor, claro).
Díficil escolher não?
Decide-te!
A tomada de decisão é o processo pelo qual são escolhidas algumas ou apenas uma entre muitas alteranativas para as acções serem realizadas, tendo em conta as consequências dessa mesma acção (Almeida, 2006).
Então, como podes fazer escolhas?
De acordo com Chiavenato (1997), o teu processo de decisão é influenciado pelas tuas características individuais, pelas circunstâncias em que te encontras e pela maneira como compreendes a situação. Podes tomar uma decisão, pensando no teu “problema” ao longo de sete etapas: (1). percepcionas a situação que abrange o problema; (2). diagnosticas e defines o problema; (3). defines os teus objectivos; (4). pensas e procuras alternativas para resolveres o teu problema; (5). escolhes a alternativa mais apropriada de acordo com os teus objectivos; (6). avalias e comparas essas alternativas; (7). seleccionas a alternativa mais conveniente e aplicas. Contudo, pode ser que as etapas não sejam seguidas à risca quando somos pressionados a tomar uma decisão rápida e imediata. Estas etapas sugerem que as nossas decisões são tomadas de forma racional, no entanto na maioria das vezes escolhemos com base na nossa experiência anterior e sistema de valores. Por exemplo, se fores almoçar a um restaurante e não ficares satisfeito(a) com a forma como a comida foi servida, de certeza que não voltas lá. Baseaste a tua decisão na experiência que tiveste, o mesmo se fores a um cabeleireiro e não ficares satisfeito(a) com o corte. Ao decidires não voltares lá, fazes uma escolha imediata. Assim, optamos sempre pela alternativa que nos parece mais razoável, de acordo com o nosso quadro de referências.
Mas não te esqueças… Mesmo quando escolhes não decidir, já tomaste uma decisão!
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Uma semana importante para o associativismo nacional. Algumas associações académicas do país juntaram-se numa manifestação e rumaram ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Lá, para fugir à regra, foram recebidos pelo ministro Mariano Gago. A conversa não caiu em saco roto e, a julgar pelas palavras de Gago, o seu executivo está a agilizar novas medidas que incrementem mais financiamento às instituições de Ensino Superior, assim como a requalificar o sistema de acção social, abrindo, dessa forma, as portas do ensino superior a alguns estudantes que nele, por imperativos económicos, se vêm impedidos de aceder. No dia seguinte à manifestação, Mariano Gago deslocou-se à Universidade do Minho. Os Encontros UM foram o pretexto para que o ministro tivesse o primeiro contacto pessoal com toda a nova equipa reitoral da UM. Equipa reitoral esta que lhe viu, em Conselho Geral, ser aprovado o Programa reitoral para o quadriénio 2009-2013. Nessa mesma reunião de Conselho Geral, foi nomeada uma comissão para a elaboração de uma proposta de Regulamento do Provedor de Estudante. Nessa comissão constam o nome de Manuel Pinto, Laborinho Lúcio e Pedro Soares, presidente da AAUM. Para defender os estudantes, Pedro Soares tem a oportunidade de participar de forma activa nesta decisão, uma das mais importantes desde que chegou à presidência da AAUM há mais de três anos. Certamente que o interesse dos estudantes será intransigentemente defendido na nomeação da figura do Provedor.
Para terminar, queria apenas começar a lançar um repto à comunidade estudantil. As eleições para a Associação Académica (Direcção, Mesa da RGA e Conselho Fiscal) são a 10 de Dezembro. Os estudantes têm de ser parte activa neste acto de democracia. O voto de cada um é importante. Façam frente à abstenção e gritem “Presente!” quando forem chamados a decidir o futuro da vossa Associação Académica. Eu, pelo menos, assim o farei. Até para a semana!
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