Secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, apelou à utilização correcta do número de emergência 112, mostrando-se preocupada com a elevada percentagem de chamadas falsas recebidas. No dia em que se assinala o Dia Europeu do Número de Emergência 112, Dalila Araújo alertou as mais de 50 crianças que participaram numa sessão de divulgação deste serviço de socorro para a importância de não ligar para o 112 para brincar.
"O nosso apelo é que o 112 seja utilizado só por quem realmente precisa, evitando a utilização indevida do serviço, que pode ter custos muito grandes para quem pode estar efectivamente a precisar de ajuda", afirmou a secretária de Estado.
No final da sessão, Dalila Araújo mostrou-se preocupada com o elevado número de chamadas falsas que os serviços de socorro do 112 recebem todos os dias.
"Em 20 mil chamadas nacionais que o 112 recebe todos os dias, apenas 30 por cento são realmente de quem precisa de ajuda, os restantes 70 por cento são por brincadeira ou engano", disse Dalila Araújo que, no entanto, acredita que "com a ajuda das tecnologias, grande parte desta percentagem pode vir a ser anulada no futuro".
Além da secretária de Estado e das crianças do 1.º ciclo da Escola EB1 Custódia Marques, em Oeiras, também esteve presente nesta iniciativa, que teve lugar na sede do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), no Tagus Park, o presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais.
O número de emergência 112 é comum aos 27 países da União Europeia (UE) e é utilizado para contactar os serviços de emergência. A chamada é gratuita e acessível de qualquer ponto do país e a qualquer hora do dia.
A chamada é atendida por um operador da Central de Emergência, que envia os meios de socorro apropriados. Em determinado tipo de situações, a chamada pode ser transferida para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.
Daniel Vieira da Silva








































































































































































































































































































































































































































































Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

