Os jornalistas e demais profissionais da comunicação que avançaram com o projecto Telecinco estão atentos "a tudo o que acontecer" e não descartam a televisão móvel, que pode conhecer um novo fôlego com as redes de quarta geração. A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) prepara-se para atribuir, no último trimestre deste ano, licenças para a faixa de frequências dos 2.6 gigahertz, onde podem funcionar as redes de quarta geração, cuja velocidade de 100 megabits por segundo abre novos horizontes à televisão móvel.
"O grupo estará muito atento a tudo o que acontecer e não descarta nenhuma hipótese, embora tenhamos de conhecer com clareza as regras do jogo", declarou Carlos Pinto Coelho, porta-voz da Telecinco, candidata ao quinto canal generalista, que avançou em Abril com uma providência cautelar quando a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) chumbou o seu projecto. Â
"A nossa onda é, desde o primeiro momento, a da modernidade, quer a nÃvel dos conteúdos, quer nas tecnologias", sublinhou Carlos Pinto Coelho à agência Lusa, assegurando que a Telecinco, que agora aguarda a decisão judicial, ia inovar "nas duas vertentes", estando, no Outono de 2008, data do concurso para o quinto canal, "avançada em relação ao que existia". Â
Com a 4G, que pode justificar um maior investimento nos conteúdos televisivos para telemóvel, "os operadores, que em princÃpio não produzirão conteúdos por não ser essa a sua área de actividade, podem estabelecer parcerias com os 'broadcasters' já existentes", assinalou Ilda Matos, do gabinete de comunicação da Anacom. Â
No entanto, e porque a quarta geração pode tornar mais premente perceber quais os conteúdos televisivos que as pessoas querem ver nos telemóveis, também se colocará a questão sobre em que moldes surgirão emissões adaptadas ou vocacionadas para transmissão neste suporte. Â
Assim, como a Anacom reconhece, "não é de excluir a hipótese de os conteúdos ficarem a cargo de entidades que não são nem as operadoras nem os 'broadcasters' já estabelecidos".Â
NotÃcia: JN
Daniel Vieira da Silva

Adriana Carvalho é a responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais da Universidade do Minho e falou ao ACADÉMICO acerca dos processos de mobilidade académica. O GRI pretende ser uma estrutura de coordenação de acompanhamento e de apoio a todas as iniciativas de internacionalização do ensino. A responsável falou das funções desempenhadas por este Gabinete, da sua importância para os alunos Erasmus e das dificuldades económicas sentidas ao nÃvel da prestação de serviços. Â

