A Associação Académica de Coimbra (AAC) foi a votos, nos passados dias 26 e 27 de Novembro, para eleger os seus órgãos de gestão (Assembleia Magna, Direcção Geral e Conselho Fiscal). No total, votaram 6088 estudantes, sendo que cerca 70 por cento dos votos foram para a Lista T, encabeçada por Miguel Portugal que afirma as suas intenções de “servir lealmente a AAC” prometende “não desiludir os estudantes”.Das várias listas em campanha, a segunda mais votada foi a Lista P, com 7,5 por cento dos votos. Sílvia Franklin, cabeça de lista, diz-se satisfeita com os resultados e, apesar da “votação exorbitante da lista T”, acredita que este resultado possa abrir “perspectivas para o trabalho futuro”.
Em terceiro lugar, surgiu, ao contrário das sondagens efectuadas pela comunicação social conimbricense, a Lista E, de Miguel Gonçalves.
Por último, ocupando o fundo da tabela, com 4,6 por cento das decisões de voto, ficou a Lista A, liderada por Paulo Costa. Este estudante diz que, apesar da derrota, “as pessoas do projecto vão continuar a trabalhar nas faculdades, ao contrário de quem só aparece na altura das eleições” e deixa uma mensagem de confiança àqueles que votaram nele.
Académico























Ultrapassado que está metade do mandato de António Cunha à frente da reitoria da Universidade do Minho, o reitor faz um balanço positivo do que foi feito e abordou temas quentes na actualidade universitária.

