No passado dia 28 de Janeiro os Clã aterraram em Braga a bordo do seu mais recente álbum, “Disco Voador”, para apresentarem o que os próprios definem como um “espectáculo para supernovos”. Pais e filhos encheram a sala principal do Theatro Circo para assistirem a um espectáculo que encantou miúdos e graúdos. Com uma forte dimensão cénica e assumidamente destinado a todos os públicos, “Disco Voador” distingue-se pela inspiração no imaginário infanto-juvenil que deu origem a temas compostos por Hélder Gonçalves. A voz continua a pertencer à carismática Manuela Azevedo e as letras surgem agora com autoria de Regina Guimarães. Em entrevista ao ACADÉMICO, Manuela Azevedo conta que tudo começou com um convite para fazerem um espectáculo para crianças na Primavera de 2010. O desejo de fazer algo para os mais novos já era antigo. A banda considerava que havia poucas propostas musicais diferentes nessa área, por isso, aproveitaram o convite para precipitar o desejo de fazer música para um público diferente.
É um novo cineclube criado por amigos que alimentaram, ao longo dos anos, o gosto e paixão pelo cinema. Num tributo directo a Aurélio da Paz dos Reis, figura essencial no surgimento do cinema em Portugal, o cineclube com mesmo nome procura pensar o cinema e dar a pensar o quotidiano. Começou em 2011 mas vai muito para além deste ano.
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 Depois do fenómeno na internet, “A Banda Mais Bonita da Cidade” chegou a Portugal, na sua primeira digressão fora do Brasil. A banda actuou no passado Sábado, dia 3 de Dezembro, no Theatro Circo, em Braga, depois de ter actuado no Mexefest, em Lisboa. A Banda Mais Bonita da Cidade surgiu em 2009 com o objectivo de rearranjar e tocar músicas de outros compositores. Composta por cinco elementos, a banda ficou conhecida internacionalmente em Maio de 2011 após ter colocado na internet o vídeo da música “Oração”.
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 Foi na semana passada que se realizou o muito esperado SEMIBREVE no Theatro Circo, em Braga. A primeira edição apostou num cartaz vanguardista e contou com apoio da reputada revista The Wire, criando-se altas expectativas à volta do festival que não foram, de todo, goradas. Dia 1: Público rendeu-se ao génio criativo do novo “miúdo” da electrónica, Jon Hopkins Antes da primeira performance da noite, o público concentrou-se no átrio do Theatro, onde se ouviam diferentes línguas, demonstrando a heterogeneidade que caracterizava o público do festival. O público saiu do primeiro concerto com um sorriso na cara e os ânimos já estavam elevados. A performance de Qluster+Luma Launisch convenceu com as suas paisagens sonoras e visuais em consonância, criando o ambiente perfeito para o arranque do SEMIBREVE.
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 1 - DOISMILEOITO Quinta feira 2 - DEUS - Constant now 3 - RAPARIGA ELÉCTRICA Tens de sair 4 - WE TRUST Time (better not stop) 5 - SMIX SMOX SMUX Quantas vezes já
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 Na passada terça-feira, dia 8 de Novembro, enquanto esperava pela sessão das 19h, fiquei a conhecer Serena Horn, a actriz de “Drink!”, Tiago Inácio realizador da mesma curta e Julian Grant, realizador de “Robocop”. Estavamos já sentados, no auditório, quando Julian propõe filmar uma curta, nesse dia, nessa noite, naquela mesma hora. Ficamos hesitantes ao início, mas logo saltamos das cadeiras e partimos à aventura.
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 A nona edição do Bragacine, Festival de Cinema Independente de Braga, decorreu mais uma vez no Auditório B1 do Campus de Gualtar da Universidade do Minho. A organização esteve a cargo do Cine.UM – Cineclube da Universidade do Minho. Como é habitual em todas as edições do festival, o certame contou com a presença de figuras consagradas do cinema, algumas das quais premiadas em Braga. Julian Grant, realizador de “Robocop”, recebeu o Prémio Augusta, correspondente ao melhor director e efeitos especiais e ainda o prémio de carreira, juntamente com o realizador Matt Cimber, que também recebeu este último prémio. Já Paulo Trancoso, produtor e presidente da Academia Portuguesa de Artes e Ciências Cinematográficas, levou para casa o Prémio Augusta de melhor produtor. O actor José Pinto ganhou o prémio de carreira e Maria João Bastos recebeu o prémio de melhor actriz.
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 O Theatro Circo recebeu no fim-de-semana, a banda portuguesa Dead Combo, acompanhada pela Royal Orquestra das Caveiras. Tendo lançado o álbum “Lisboa Mulata” neste mês de Outubro, como relatou o ACADÉMICO há duas semanas, trouxeram até Braga, e aos ouvidos dos espectadores que preencheram quase na totalidade a plateia, o fado, o “western” e o rock alternativo.
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